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Facebook, Apple, JP Morgan e Citibank suspenderão doações para partidos políticos

Trump

As empresas como Facebook, Apple, JP Morgan e Citibank suspenderão temporariamente as doações para partidos políticos, principalmente para congressistas que se opuseram para realizar a certificação da vitória de Joe Biden, devido a teimosia de Trump em continuar afirmando que as eleições foram uma fraude, e de que apoiadores estão realizando uma convulsão social.

Outras empresas também como FedEx, Target, CVS Health, AT&T e Walmart, estão revisando suas posições sobre contribuições políticas.

Amazon, Wells Fargo, Google, Apple e Kaiser Permanente são empresas que mais doaram para a campanha de Joe Biden, de acordo com a Bloomberg. Trump recebeu mais apoio apenas das alas militares, como Forças Militares, Marinha, e do Departamento de Polícia de Nova Iorque.

Marriott International, Morgan Stanley, Dow e Blue Cross Blue Shield Association, foram algumas empresas que suspenderam doações para congressistas que opuseram a certificação da vitória de Joe Biden.

Já as empresas: JP Morgan, Citibank, Microsoft e Facebook congelaram os repasses aos dois partidos, no caso do último, a suspensão pode valer por seis meses.

Outras ações também ocorreram por meio das empresas de tecnologia, como a plataforma Shopify que decidiu encerrar todas as lojas ligadas ao presidente americano Trump.

Contas do presidente foram banidas para sempre do Twitter, Facebook, Instagram, e Snapchat, e até mesmo o Parler, usado geralmente por apoiadores de Trump, teve problemas por meio de outras empresas: os aplicativos da rede social foram removidos da loja do Google, em seguida, mesmo sendo o aplicativo mais baixado em alguns momentos, também foi removido da App Store.

Em seguida, a Amazon que hospeda o aplicativo, também informou que iria remover o mesmo, e ontem (11) o mesmo deixou de funcionar para o público.

A chanceler alemã Angela Merkel considera problemático o encerramento das contas do presidente dos Estados Unidos por decisão das empresas, apesar de considerar que mensagens de alertas nas postagens serem importantes, não caberia as redes promover a exclusão e banimento para sempre. "A liberdade de expressão é um direito fundamental de importância elementar", disse o porta-voz do governo alemão.

Outra rede social de uso livre é o gab.com, que existe há muito mais tempo, que já sofreu sansões no passado, e com a queda do Parler tem sido usada por pessoas de todo o mundo que deseja um local livre de censuras por parte das empresas.

Referências: Neofeed e Mundo ao Minuto.

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